O Monitor de Secas divulgou sua última atualização, apontando um abrandamento do fenômeno da seca em Paraná e Santa Catarina entre maio e junho. No Paraná, a área afetada pela seca caiu de 62% para 38%, o que representa a menor taxa de seca desde fevereiro de 2024. Em Santa Catarina, a área com seca também diminuiu, passando de 81% para 53%, sendo esta a menor proporção desde fevereiro deste ano.
Por outro lado, a situação da seca se intensificou em outras regiões do Brasil, com destaque para o Rio Grande do Sul, que registrou 100% de seu território afetado pelo fenômeno. Esse é o maior percentual de seca já observado no estado, que não passava por essa situação desde abril e maio de 2025.
A nível regional, o Sul do Brasil apresentou as condições mais brandas de seca no último mês, contrastando com o Sudeste, que continua com a maior severidade, onde 76% de sua área enfrenta seca. A diminuição da seca no Sul apresenta um impacto positivo para a agricultura e o abastecimento das populações locais.
A tabela a seguir resume a situação da seca em algumas unidades da Federação em junho:
| UF | ÁREA (em %) | SEVERIDADE DA SECA |
| Paraná | 38% | Seca branda, com a eliminação de seca moderada. |
| Santa Catarina | 53% | Seca branda, com a redução na área com seca moderada. |
| Rio Grande do Sul | 100% | Alta severidade, com registro de seca moderada em 1% do território. |
Para mais informações detalhadas sobre a situação da seca no Brasil, é possível consultar o site do Monitor de Secas, onde está disponível o acompanhamento contínuo do fenômeno e suas consequências.
O Monitor de Secas é uma ferramenta que visa ajudar no planejamento de políticas públicas relacionadas ao combate à seca, utilizando dados para monitorar as condições em todas as unidades da Federação do Brasil.
