O segundo turno das eleições de 2026, realizado no último domingo (25), definiu a nova configuração política do Brasil, com governos de 27 unidades da federação sendo dominados por apenas oito partidos a partir de 2027.
A liderança do PL foi mantida, com a legenda governando seis estados, incluindo o Paraná, onde Sergio Moro foi eleito. No Rio Grande do Sul, o governador será Luciano Zucco, e em Santa Catarina, Jorginho Mello assume o cargo. O PL também comandará os estados do Rio de Janeiro, Rondônia e Roraima.
O PSD, que venceu no Amazonas com Omar Aziz, conquistou cinco estados no total, incluindo Amapá, Maranhão, Pernambuco e Sergipe.
O PP, que já havia garantido vitórias em Mato Grosso do Sul e Paraíba, também se destacou no Acre e no Distrito Federal.
O PT repetiu sua presença em todos os estados nordestinos que já governava e conseguiu a reeleição de Jerônimo Rodrigues na Bahia, Elmano de Freitas no Ceará e Rafael Fonteles no Piauí, além da nova eleição de Cadu de Lula no Rio Grande do Norte.
Os Republicanos elegeram Lorenzo Pazolini no Espírito Santo e já haviam vencido em Minas Gerais, Mato Grosso e São Paulo.
O PSDB conquistou Alagoas e Tocantins, enquanto o MDB reeleger Daniel Vilela em Goiás no primeiro turno. O Podemos, anteriormente conhecido como PTN, governará o Pará com Dr. Daniel.
Os novos governadores assumirão a responsabilidade por áreas essenciais, como saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e desenvolvimento econômico, com suas decisões impactando diretamente os serviços prestados à população, incluindo hospitais, escolas e programas sociais. Além disso, eles estarão envolvidos em negociações com a União e municípios para viabilizar obras e programas financiados com recursos públicos.
