A Coopavel, uma das maiores cooperativas do Brasil, lançou o Projeto 35, que tem como meta alcançar 35 leitões desmamados por matriz ao ano até 2031. O anúncio foi feito pelo gerente da Unidade de Produção de Leitões II (UPL II), Marcos Sipp, durante um evento em Boa Vista da Aparecida, que comemorou os dez anos da unidade, situada no distrito de Juvinópolis, em Cascavel, no Paraná.
O planejamento do projeto será implementado entre 2027 e 2031, focando em ações que aumentem a produtividade, organizem os processos e melhorem a eficiência operacional na suinocultura. A UPL II é considerada a maior granja de suínos da América Latina.
Conforme o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, os investimentos realizados nos últimos dez anos atenderam a áreas como genética, tecnologia, gestão e qualificação das equipes.
Etapas do Projeto 35
O Projeto 35 será desenvolvido em cinco etapas, com objetivos específicos para cada ano. O plano considera fatores como genética, instalações, nutrição, qualidade da água, mão de obra, tecnologia e assistência técnica.
- 2027: Organizar os processos, revisar procedimentos, definição de indicadores de desempenho, padronização das operações e capacitação das equipes.
- 2028: Focar na eficiência operacional, com automação de processos e redução de custos.
- 2029: Inovar e transformar através de projetos de inovação e melhoria contínua.
- 2030: Crescimento sustentável, promovendo desenvolvimento de lideranças e integração entre áreas.
- 2031: Consolidação das ações para atingir a meta de 35 leitões desmamados por matriz ao ano.
Fatores de Produção
Marcos Sipp afirmou que o sucesso do projeto dependerá de múltiplos fatores produtivos, incluindo genética de alto potencial, instalações adequadas, nutrição, qualidade da água, bem-estar animal, biosseguridade e capacitação contínua das equipes.
O acompanhamento dos indicadores de produção será crucial para identificar desvios e ajustar processos conforme necessário.
A UPL II ocupa 254 hectares e passa por uma expansão com investimentos superiores a R$ 100 milhões, com a meta de elevar o plantel para 20 mil matrizes até março de 2027. Além disso, a unidade possui sistemas voltados para o tratamento de efluentes e reaproveitamento de água, contribuindo com a geração de biogás e energia elétrica.
